Oque é o RENASCIMENTO ?
Foi um período entre a idade média e moderna ( Itália XV - XVI), onde o (homem morre e Deus passa a ser valorizado = idade média) e (depois o homem volta a ser valorizado = idade moderna).
Ocorreu também mudanças na arte e na religião , aprenda mais sobre essas mudanças abaixo!
Na arte
Os principais pintores que contribuíram na mudança da arte foram: Michelângelo, Sandro Botticelli e Leonardo da Vinci.
Michelângelo
Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni (Caprese, 6 de Março de 1475 -- Roma, 18 de Fevereiro de 1564), Ele desenvolveu o seu trabalho artístico por mais de setenta anos entre Florença e Roma, onde viveram seus grandes mecenas, a família Medici de Florença, e vários papas romanos. Iniciou-se como aprendiz dos irmãos Davidi e Domenico Guirlandaio em Florença. Tendo seu talento logo reconhecido, tornou-se um protegido dos Medici, para quem realizou várias obras. Depois fixou-se em Roma, onde deixou a maior parte de suas obras mais representativas. Sua carreira se desenvolveu na transição do Renascimento para o Maneirismo.
Principal obra : Criação de Adão
Principal obra : Criação de Adão
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Sandro Botticelli
Principal obra: Nascimento de Vênus Alessandro di Mariano di Vanni Filipepi, dito Sandro Botticelli (Florença, 1 de março de 1445 – 17 de maio de 1510), foi um célebre pintor italiano da Escola Florentina do Renacimento. Protegido dos Mécedi, para os quais executou preciosos registros da pintura de cunho mitológico, foi bem relacionado no círculo florentino, trabalhando também para o Vaticano, produzindo afrescos para a Capela Sistina. Foi ainda destacado retratista, e seu talento excepcional de transpor para a linguagem formal as concepções de seus clientes tornou-o um dos pintores mais disputados de seu tempo. Sua reputação, alvo de um curto reavivar de interesse no século XVl, logo esvaiu-se, e somente com o reaparecimento de uma crescente curiosidade pelo Renascimento, registrada no século XIX, e, em particular, pela interpretação filosofia de suas obras, é que sua arte volta a adquirir o êxito e a fama que mantém até hoje.
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Leonardo da Vinci
Leonardo di Ser Piero da Vinci , ou simplesmente Leonardo da Vinci (Anchiano, 15 de abril de 1452 — Amboise, 2 de maio de 1519), foi um polímata italiano,uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico. Nascido como filho ilegítimo de um nótario, Piero da Vinci, e de uma camponesa, Caterina, em Vinci, na região da Florença, foi educado no ateliê do renomado pintor florentino, Verrocchio. Passou a maior parte do início de sua vida profissional a serviço de Ludocico Sforza (Ludovico il Moro), em Milão; trabalhou posteriormente em Veneza, Roma e Bolonha, e passou seus últimos dias na França, numa casa que lhe foi presenteada pelo rei Francisco l.
Leonardo era, como até hoje, conhecido principalmente como pintor. Duas de suas obras, a MonaLisa e A Última Ceia, estão entre as pinturas mais famosas, mais reproduzidas e mais parodiadas de todos os tempos, e sua fama se compara apenas à Criação de Adão, de Michelângelo .
Leonardo era, como até hoje, conhecido principalmente como pintor. Duas de suas obras, a MonaLisa e A Última Ceia, estão entre as pinturas mais famosas, mais reproduzidas e mais parodiadas de todos os tempos, e sua fama se compara apenas à Criação de Adão, de Michelângelo .
Principal obra: Mona Lisa e a Última Ceia.
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Humanismo
O humanista era um sábio, um pensador, que exercia uma pesada crítica à cultura e aos valores medievais. Ele vai defender o homem como o centro do universo, é uma revalorização do homem, o Antropocentrismo, e também, o Racionalismo, a razão passa a ser a grande busca do homem. Esses fatores vão desenvolver o Individualismo.
As Formas do Renascimento
No campo literário, nós vamos ter na Itália, Nicolau Maquiavel, que é o autor da obra "O Príncipe", se transformando no primeiro teórico do absolutismo monárquico. Na Holanda, nós vamos ter Erasmo de Rotterdam, com a sua obra "O Elogio da Loucura", que é uma dura crítica aos costumes e à igreja medieval, abrindo caminho, para a Reforma Religiosa. Na Inglaterra, vamos ter o pai do teatro moderno, William Shakespeare, com as suas tragédias: "Hamlet", "Otelo". Em Portugal, vamos ter, Luiz Vaz de Camões, com a sua epopéia: "Os Lusiadas", exaltando as grandes navegações, em especial, a viagem de Vasco da Gama. E na Espanha, a obra prima: "Dom Quixote de La Mancha", de Miguel de Cervantes.
Artístico
No aspecto artístico, nós vamos ter, na arquitetura, Bramante, Brunelleschi. Na escultura, Michelangelo Buenarroti, que apesar de ser escultor, ele será mais conhecido pelas suas pinturas, ao lado de Leonardo da Vinci. Os dois foram considerados gênios universais.
Científico
No aspecto científico, nós vamos ter um grande debate biológico, de um lado o Geocentrismo, postura defendida pela igreja católica, que vinha desde a antiguidade, e afirmava que a terra é o centro do universo, e os humanistas, que passam a defender uma outra idéia, o Heliocentrismo, o sol como centro do universo.
A igreja não vai ver com bons olhos essa postura, e vai chegar a acusar os pensadores de heresia. Giordano Bruno, um filósofo que estava defendendo o heliocentrismo, foi queimado na fogueira. Galileu Galilei, um astrônomo que também estava defendendo o heliocentrismo, não foi queimado, pois se retratou, mas em compensação vai passar o resto de seus dias, num exílio, em sua própria casa.
O humanista era um sábio, um pensador, que exercia uma pesada crítica à cultura e aos valores medievais. Ele vai defender o homem como o centro do universo, é uma revalorização do homem, o Antropocentrismo, e também, o Racionalismo, a razão passa a ser a grande busca do homem. Esses fatores vão desenvolver o Individualismo.
As Formas do Renascimento
- Literário;
- Artístico;
- Científico.
No campo literário, nós vamos ter na Itália, Nicolau Maquiavel, que é o autor da obra "O Príncipe", se transformando no primeiro teórico do absolutismo monárquico. Na Holanda, nós vamos ter Erasmo de Rotterdam, com a sua obra "O Elogio da Loucura", que é uma dura crítica aos costumes e à igreja medieval, abrindo caminho, para a Reforma Religiosa. Na Inglaterra, vamos ter o pai do teatro moderno, William Shakespeare, com as suas tragédias: "Hamlet", "Otelo". Em Portugal, vamos ter, Luiz Vaz de Camões, com a sua epopéia: "Os Lusiadas", exaltando as grandes navegações, em especial, a viagem de Vasco da Gama. E na Espanha, a obra prima: "Dom Quixote de La Mancha", de Miguel de Cervantes.
Artístico
No aspecto artístico, nós vamos ter, na arquitetura, Bramante, Brunelleschi. Na escultura, Michelangelo Buenarroti, que apesar de ser escultor, ele será mais conhecido pelas suas pinturas, ao lado de Leonardo da Vinci. Os dois foram considerados gênios universais.
Científico
No aspecto científico, nós vamos ter um grande debate biológico, de um lado o Geocentrismo, postura defendida pela igreja católica, que vinha desde a antiguidade, e afirmava que a terra é o centro do universo, e os humanistas, que passam a defender uma outra idéia, o Heliocentrismo, o sol como centro do universo.
A igreja não vai ver com bons olhos essa postura, e vai chegar a acusar os pensadores de heresia. Giordano Bruno, um filósofo que estava defendendo o heliocentrismo, foi queimado na fogueira. Galileu Galilei, um astrônomo que também estava defendendo o heliocentrismo, não foi queimado, pois se retratou, mas em compensação vai passar o resto de seus dias, num exílio, em sua própria casa.
////////////////////////////////////> pesquisado dos sites: www.wikipedia.org e
A permanência de muitos vestígios da Roma antiga em solo italiano jamais deixou de influir na plástica e dificatória local, seja na utilização de elementos estruturais ou materiais usados pelos romanos, seja mantendo viva a memória das formas clássicas.Mesmo assim, no Trecento o gótico continua a linha dominante e o classicismo só viria a emergir com força no século seguinte, em meio a um novo interesse pelas grandes realizações do passado. Esse interesse foi estimulado pela redescoberta de bibliografia clássica dada como perdida, como o De Architectura de Vitrúvio, encontrado na biblioteca do mosteiro de Monte Cassino em 1414 ou 1415. Nele o autor exaltava o círculo como forma perfeita, e elaborava sobre proporções ideais da edificação e da figura humana, e sobre simetria e relações da arquitetura com o homem. Suas idéias seriam então desenvolvidas por outros arquitetos, como o primeiro grande expoente do classicismo arquitetônico, Filippo Brunelleschi, que tirou sua inspiração também das ruínas que estudara em Roma. Foi o primeiro a usar modernamente as ordens arquitetônicas de maneira coerente, instaurando um novo sistema de proporções baseado na escala humana. Também se deve a ele o uso precursor da perspectiva para representação ilusionística do espaço tridimensional em um plano bidimensional, uma técnica que seria aprofundada enormemente nos séculos vindouros e definiria todo o estilo da arte futura, inaugurando uma fertilíssima associação entre a arte e a ciência. Leon Battista Alberti é outro arquiteto de grande importância, considerado um perfeito exemplo do "homem universal" renascentista, versátil em várias especialidades. Foi o autor do tratado De re aedificatoria, que se tornaria canônico. Outros arquitetos, artistas e filósofos acrescentaram à discussão, como Luca Pacioli em seu De Divina Proportione, Leonardo com seus desenhos de igrejas centradas e Francesco di Giorgio com o Trattato di architettura, ingegneria e arte militare.
A planta centrada de Bramante para a Basílica de São PedroDentre as características mais notáveis da arquitetura renascentista está a retomada do modelo centralizado de templo, desenhado sobre uma cruz grega e coroado por uma cúpula, espelhando a popularização de conceitos da cosmologia neoplatônica e com a inspiração concomitante de edifícios-relíquias como o Panteão de Roma. O primeiro desse gênero a ser edificado na Renascença foi talvez San Sebastiano, em Mântua, obra de Alberti de 1460, mas deixado inconcluso. Este modelo tinha como base uma escala mais humana, abandonando o intenso verticalismo das igrejas góticas e tendo na cúpula o coroamento de uma composição que primava pela inteligibilidade. Especialmente no que toca à estrutura e técnicas construtivas da cúpula, grandes conquistas foram feitas no Renascimento. Das mais importantes são a cúpula octogonal da Catedral de Florença, de Brunelleschi, que não usou andaimes apoiados no solo ou concreto na construção, e a da Basílica de São Pedro, em Roma, de Michelangelo, já do século XVI.
No lado profano aristocratas como os Medici, os Strozzi, os Pazzi, asseguram seu status ordenando a construção de palácios de grande imponência e originalidade, como o Palácio Pitti (Brunelleschi), o Palazzo Medici Riccardi (Michelozzo), o Palazzo Rucellai (Alberti) e o Palazzo Strozzi (Maiano), todos transformando o mesmo modelo dos palácios medievais italianos, de corpo mais ou menos cúbico, pavimentos de alto pé-direito, estruturado em torno de um pátio interno, de fachada rústica e coroado por grande cornija, o que lhes confere um aspecto de solidez e invencibilidade. Formas mais puramente clássicas são exemplificadas na Vila Medici , de Giuliano da Sangallo. Variações interessantes deste modelo são encontradas em Veneza, dadas as características alagadas do terreno.
Depois da figura principal de Donato Bramante na Alta Renascença, trazendo o centro do interesse arquitetônico de Florença para Roma, e sendo o autor de um dos edifícios sacros mais modelares de sua geração, o Tempietto, encontramos o próprio Michelangelo, tido como o inventor da ordem colossal e por algum tempo arquiteto das obras da Basílica de São Pedro. Michelangelo, na visão dos seus próprios contemporâneos, foi o primeiro a desafiar as regras até então consagradas da arquitetura classicista, desenvolvendo um estilo pessoal, pois fora segundo Vasari o primeiro a abrir-se para a verdadeira liberdade criativa. Ele representa, então, o fim do "classicismo coletivo", bastante homogêneo em suas soluções, e o início de uma fase de individualização e multiplicação das linguagens arquitetônicas. Ele abriu caminho, pelo imenso prestígio que desfrutava entre os seus, para que a nova geração de criadores realizasse um sem-número de experimentações a partir do cânone clássico de arquitetura, tornando esta arte independente dos antigos - ainda que largamente devedora deles. Alguns dos mais notáveis nomes desta época foram Della Porta, Sansovino, Palladio, Fontana, Peruzzi e Vignola. Entre as modificações que esse grupo introduziu estavam a flexibilização da estrutura do frontispício e a anulação das hierarquias das ordens antigas, com grande liberdade para o emprego de soluções não ortodoxas e o desenvolvimento do gosto por um jogo puramente plástico com as formas, dando muito mais dinamismo aos espaços internos e às fachadas. De todos os derradeiros renascentistas Palladio foi o mais influente, e ainda hoje é o arquiteto mais estudado em todo o mundo. Foi criador de uma fértil escola, chamada Palladianismo, que perdurou, com altos e baixos, até o século XX.
Filippo Brunelleschi:Spedale degli Innocenti
Alberti: Fachada de Santa Maria Novella
Michelozzo Michelozzi:Palazzo Medici-Riccardi
Giuliano da Sangallo: Vila Medici
Michelangelo: A cúpula de São Pedro
Palladio: Villa Capra
Della Porta: Villa Aldobrandini
Vignola: Palazzo Farnese
///////////////////////////////////////////////// > pesquisado do site : www.wikipedia.org
> A Reforma Religiosa

Ilustração - Martinho Lutero traduzindo a Bíblia do Latim para o Alemão
Por Lilian Aguiar
Os movimentos religiosos que culminaram na grande reforma religiosa do século XVI tiveram início desde a Idade Média, através dos teólogos John Wycliffe e Jan Huss. Esses movimentos foram reprimidos, mas, na Inglaterra e na Boêmia (hoje República Tcheca), os ideais reformistas perseveraram em circunstâncias ocultas às tendências que fizeram romper a revolta religiosa na Alemanha.
No começo do século XVI, a Igreja passava por um período delicado. A venda de cargos eclesiásticos e de indulgências e o enfraquecimento das influências papais pelo prestígio crescente dos soberanos europeus, que muitas vezes influenciavam diretamente nas decisões da Igreja, proporcionaram um ambiente oportuno a um movimento reformista.
No final da Idade Média surgiu um forte espírito nacionalista que se desenvolveu em vários países onde a figura da Igreja, ou seja, do Papa, já estava em descrédito. Esse espírito nacionalista foi estrategicamente explorado pelos príncipes e monarcas, empenhados em aumentar os poderes monárquicos, colocando a Igreja em situação de subordinação.
Nesse período, os olhos se voltaram para o grande patrimônio da Igreja, que despertou a ambição de monarcas e nobres ávidos em anexar às suas terras as grandes e ricas propriedades da Igreja, que perfaziam um terço do território da Alemanha e um quinto do território da França. Sem contar na isenção de impostos sobre esse território eclesiástico, que aumentava o interesse dos mais abastados.
Observa-se nessa fase o surgimento de uma nova classe social, que na Itália era formada por banqueiros e comerciantes poderosos. Mas essa classe social não era tão religiosa quanto à da Alemanha, para a qual a religião tinha um significado muito mais pungente.
O espírito crítico do Humanismo e o aperfeiçoamento da imprensa, por Gutemberg, contribuíram para a difusão das obras escritas, entre elas a Bíblia. Ao traduzir a Bíblia para outras línguas, vislumbrou-se a possibilidade de cristãos e não cristãos interpretá-la sem mediação, recebendo conhecimento imediato sobre o cristianismo e suas verdadeiras práticas.
O ponto de partida da reforma religiosa foi o ataque de Martinho Lutero, em 1517, à prática da Igreja de vender indulgências. Martinho Lutero era um monge da ordem católica dos agostinianos, nascido em Eisleben, em 1483, na Alemanha. Após os primeiros estudos, Lutero matriculou-se na Universidade de Erfurt, em 1501, onde se graduou em Artes. Após ter passado alguns anos no mosteiro, estudando o pensamento de Santo Agostinho, foi nomeado professor de teologia da Universidade de Wittenberg.
Lutero admirava os escritos e as ideias de Jan Huss sobre a liberdade cristã e a necessidade de reconduzir o mundo cristão à simplicidade da vida dos primeiros apóstolos. Através de exaustivo estudo, Lutero encontrou respostas para suas dúvidas e, a partir desse momento, começou a defender A doutrina da salvação pela fé. Ele elaborou 95 teses que criticavam duramente a compra de indulgências. Eis algumas delas:
Tese 21 - Estão errados os que pregam as indulgências e afirmam ao próximo que ele será liberto e salvo de todo castigo dos pecados cometidos mediante indulgência do papa.
Tese 36 - Todo cristão que se arrepende verdadeiramente dos seus pecados e sente pesar por ter pecado tem total perdão dos pecados e consequentemente de suas dívidas, mesmo sem a carta de indulgência.
Tese 43 - Deve-se ensinar aos cristãos que aquele que dá aos pobres ou empresta a quem necessita age melhor do que se comprasse indulgências.
Esses princípios foram considerados uma afronta à Igreja Católica. Em 1521, o monge agostiniano, já declarado herege, foi definitivamente excomungado pela Igreja Católica, refugiando-se na Saxônia. Lutero não tinha a pretensão de dividir o povo cristão, mas a repercussão de suas teses foi amplamente difundida; e suas ideias, passadas adiante. Através da tradução da Bíblia para o idioma alemão, o número de adeptos às ideias de Lutero aumentou largamente; e, por outro lado, o poder da Igreja diminuiu consideravelmente.
Seus ideais reformistas religiosos desencadearam revoltas e assumiram dimensões politicas e socioeconômicas que fugiram do seu controle. A revolta social instalou-se e o descontentamento foi geral. Os príncipes tomaram as terras pertencentes à Igreja Católica e os camponeses revoltaram-se, em 1524, contra a exploração da Igreja e dos príncipes. Lutero, que era protegido pelos príncipes, condenou a revolta dos camponeses e do líder protestante radical, Thomaz Munzer. Munzer foi decapitado e um grande número de camponeses revoltados foi massacrado pelos exércitos organizados pelos príncipes locais apoiados por Lutero, que dizia “não há nada mais daninho que um homem revoltado...”.
A preocupação de Lutero em defender as aspirações feudais fez com que sua doutrina fosse considerada uma religião, a religião dos nobres. Esses nobres assumiram cargos importantes na Igreja, que foi chamada de Igreja Luterana. A reforma religiosa de Lutero chegou a outros países, como a Dinamarca, Suécia, Noruega, os quais foram rompendo os laços com a Igreja Católica, fomentando a reorganização das novas doutrinas religiosas.
///////////////////////////////////////> pesquisado do site: www.historiadomundo.com.br








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